Os Mecanismos de Defesa do Organismo

O organismo, por sucessivas vezes, se expõe a bactérias, vírus, fungos e parasitas, que, normalmente, são encontrados, em graus variáveis na pele, na boca, nas vias respiratórias, no trato intestinal e nas membranas de revestimento dos olhos e até mesmo das vias urinárias. Muitos desses agentes, no advento de invadirem os tecidos mais profundos, são capazes de provocar doenças graves. Além dos microrganismos normalmente presentes, existe também exposição intermitente a outras bactérias e vírus altamente infecciosos, que podem causar doenças letais (GUYTON & HALL, 2006).

Este mesmo organismo, no entanto, apresenta barreiras naturais ou mecanismos de defesa, que o possibilitam “resistir” a determinadas infecções. Tais barreiras defensivas, que o protegem contra penetração de agentes invasores, constituem a imunidade inata e/ou ainda a chamada resistência inespecífica.

O nosso organismo possui mecanismos de defesa que podem ser diferenciados quanto a sua especificidade, ou seja, existem os específicos contra o antígeno (“corpo estranho”) e os inespecíficos que protegem o corpo de qualquer material ou micro-organismo estranho, sem que este seja específico.

Referência: 

  • GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.